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sábado, 4 de agosto de 2012

Floresta amazônica


A floresta amazônica brasileira permaneceu completamente intacta até o início da era “moderna” do desmatamento, com a inauguração da rodovia Transamazônica, em 1970. Os índices de desmatamento na Amazônia vêm aumentando desde 1991 com o processo de desmatamento num ritmo variável, mas rápido. Embora a floresta amazônica seja desmatada por inúmeras razões, a criação de gado ainda é a causa predominante. As fazendas de médio e grande porte são responsáveis por cerca de 70% das atividades de desmatamento. O comércio da carne bovina é apenas uma das fontes de renda que faz com que o desmatamento seja lucrativo.

VOCÊ SABIA? A degradação da floresta resulta do corte seletivo, dos incêndios (facilitados pelo corte seletivo) e dos efeitos da fragmentação e da formação de borda. A degradação contribui para a perda da floresta. Os impactos do desmatamento incluem a perda de biodiversidade, a redução da ciclagem da água (e da precipitação) e contribuições para o aquecimento global.

terça-feira, 24 de julho de 2012

O código florestal e sua mudança


O Código Florestal tem a ver com a qualidade de vida e a sobrevivência de todos os brasileiros. Desde quando surgiu em 1934, o Código parte do pressuposto de que a conservação das florestas e dos outros ecossistemas naturais interessa a toda à sociedade. Afinal, para todos nós usufruirmos dos serviços ambientais básicos – a regulação do ciclo das chuvas e dos recursos hídricos, como a produção de água, a polinização, a proteção da biodiversidade, o controle do assoreamento dos rios, o controle de pragas, e o equilíbrio do clima – que sustentam a vida e a economia de todo o país, dependemos da natureza. Além de tudo isso, é a única lei nacional que veta a ocupação urbana ou agrícola de áreas de risco sujeitas, por exemplo, a inundações e deslizamentos de terra.

É o Código Florestal que determina a obrigação de preservação de áreas sensíveis, e de se manter uma quantia considerável da vegetação nativa no interior das propriedades rurais: áreas de preservação permanente (APPs) e reserva legal.